segunda-feira, 16 de março de 2009

Cresce na Igreja Católica movimento em defesa do celibato facultativo



Padres apoiam celibato nos moldes da Igreja Católica oriental. Lá, seminaristas decidem se querem ou não casar.
Celibato, condição da pessoa solteira que se abstém de manter relações sexuais e preserva a sua castidade. O que para muitos pode parecer algo impossível em pleno século 21, para a Igreja Católica ocidental é norma há cerca de 1.700 anos. Padres e freiras não podem fazer sexo ou se casar desde o terceiro século depois de Cristo. A decisão foi tomada durante a realização do Concílio de Elvira, entre os anos de 295 a 302.
O tema é polêmico e, longe de ser uma unanimidade dentro da própria igreja e da sociedade, constantemente volta a ser objeto de discussão. Há quem defenda o fim do celibato – consentindo que padres e freires casem, façam sexo, constituam família –, outros consideram a possibilidade de se adotar o celibato facultativo e existem ainda os convictos de que a igreja deve manter sua posição contrária ao casamento de seus padres e freiras, a sua base orgânica e trabalhista. São estes dois tipos de agentes que empreendem a igreja.
Leia mais na edição 1353 do CINFORM desta semana.

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