terça-feira, 19 de maio de 2009

A linha que divide a pobreza


Às vezes esta linha que divide as classes sociais pela quantidade de bens que cada um pode acumular pode ser bem mais tênue do que imaginamos. Este sempre foi um exercício desde que a humanidade entendeu que poderia adquirir bens, terras, ter dinheiro e com isto “viver melhor” comprar “felicidade”, “amigos”, “favores” e todos de uma certa forma se conformaram a viver assim. Mesmo em suas visitas ao mundo terreno Deus não foi capaz de mudar isto e nem quis, afinal Ele disse “Daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus”. E nos dias de hoje pouco mudou. As igrejas através de seus pastores “entendem” que é muito melhor cuidar do corpo do que da alma, afinal repassam aos seus fiéis a oração pelos bens materiais, pela casa, pelo emprego, pelo carro, pela fortuna, e afinal, nada contra, desde que separe o que é de direito da igreja, no mínimo o dez por cento.

As vozes ecoam sempre pela igualdade dos povos, pelo comum, afinal o capitalismo e o chamado neoliberalismo são inconseqüentes e perniciosos. “Todos” se revoltam contra as grandes potencias exploradoras dos pobres e acham injustos tantos morrerem de fome, de frio, de calor, de doenças.

Humano, isto é inerente ao ser humano, somos movidos a poder, queremos poder.

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