terça-feira, 9 de novembro de 2010

SERGIPE: Senadores eleitos podem ir para Ministérios

O primeiro desafio de Dilma Roussef, eleita presidente da República, será o de compor o ministério contemplando as diversas forças políticas que a elegeram e, ainda, dar à equipe uma marca pessoal.
A maior curiosidade fica por conta dos cargos que definem o rumo da economia e a gestão administrativa: o Ministyério da Fazenda, o Banco Central e a Casa Civil. Em algumas ocasiões, Dilma externou o desejo de ter um maior número de mulheres em sua equipe de governo.
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Os partidos políticos já estão em disputa por cargos no ffuturo governo Dilma. O PSB, por exemplo, que elegeu seis govenadores, tem manifestado interesse em ter o comando de um ministério em que possa comandar políticas públicas importantes – como ministério das Cidades, da Integração Nacional ou dos Transportes. Há o interesse, ainda, do PT de dar uma vaga na equipe ao senador Antonio Carlos Valadares (SE) que, com sua saída, abriria a vaga no Senado para José Eduardo Dutra, seu primeiro suplente.

PSC tem Eduardo Amorim como nome forte para Ministério
As eleições de 2010 comprovaram o crescimento e prestígio que o Partido Social Cristão (PSC) vem obtendo em todo Brasil. O partido tem hoje 17 deputados federais, 35 deputados estaduais e um senador, o sergipano Eduardo Amorim (PSC). O partido foi um dos dez que apoiaram, integralmente, a candidatura da presidente eleita Dilma Rousseff (PT), o que credencia a sigla cristã a participar do governo. O médico e bacharel em direito, Eduardo Amorim, reúne uma série de critérios a seu favor, foi o deputado federal mais votado em 2006, acompanhado da eleição de seis deputados estaduais, realizou um mandato com notoriedade e sem cor partidária, colocou o nome a disposição para o Senado obtendo uma votação expressiva em todas as cidades sergipanas. A questão, agora, favorece o nome de Eduardo Amorim como um dos nomes fortes do PSC para assumir um Ministério. Outros nomes do partido, em nível nacional, dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, também, são cogitados. “Não estou pensando nisso [em assumir um Ministério]. Estou pensando no Senado. Quem irá decidir será a Direção Nacional”, afirmou.


Fontes: nenoticias e G1

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